Descubra como divisórias acústicas podem contribuir para privacidade e conforto sonoro em escritórios, salas de reunião e ambientes corporativos.
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A acústica deixou de ser apenas uma preocupação de auditórios ou estúdios.
Nos escritórios, conversas, reuniões online, chamadas telefônicas e circulação constante podem gerar interferências entre ambientes que possuem necessidades muito diferentes.
Por isso, divisórias acústicas passaram a ter papel importante no planejamento de espaços corporativos.
A solução correta depende do nível de privacidade necessário e das características construtivas de todo o ambiente.
O que são divisórias acústicas?
Divisórias acústicas são sistemas projetados para contribuir para a redução da transmissão sonora entre ambientes.
Podem utilizar diferentes combinações de: vidros, painéis, perfis, vedações e portas.
Entretanto, nenhum desses elementos funciona isoladamente.
O desempenho percebido depende do conjunto completo da construção.
Onde as divisórias acústicas são mais utilizadas?
Em ambientes corporativos, elas costumam ser consideradas principalmente em:
salas de reunião;
diretorias;
salas de videoconferência;
departamentos jurídicos;
Recursos Humanos;
áreas financeiras;
salas de atendimento;
espaços de concentração.
O nível de necessidade varia conforme cada atividade.
Uma pequena sala de reunião e uma sala destinada a conversas confidenciais, por exemplo, podem exigir soluções diferentes.
Divisória acústica e tratamento acústico são a mesma coisa?
Não.
Essa distinção é importante.
Isolamento acústico busca reduzir a transmissão de som entre diferentes ambientes.
Tratamento acústico está relacionado ao comportamento do som dentro do próprio ambiente.
Painéis acústicos instalados em uma sala podem ajudar a controlar reverberação, mas isso não significa necessariamente que impedirão a transmissão das conversas para uma sala vizinha.
Por isso, a estratégia precisa ser definida de acordo com o problema existente.
O vidro pode oferecer desempenho acústico?
Sim.
Sistemas de divisórias envidraçadas podem ser desenvolvidos considerando necessidades acústicas.
Porém, não basta simplesmente utilizar um vidro mais robusto.
O desempenho depende também de fatores como: configuração do sistema, perfis, vedações, portas e interfaces com piso, paredes e teto.
Por isso, a especificação deve analisar o conjunto.
A porta pode ser um ponto crítico
Portas normalmente representam uma das principais interfaces de uma sala.
Mesmo quando a divisória possui uma solução adequada, uma porta mal especificada ou instalada pode comprometer o resultado percebido.
Vedações, encaixes, ferragens e sistema de fechamento precisam ser considerados no projeto.
Isso é especialmente importante em salas de reunião, diretorias e ambientes que demandam maior confidencialidade.
Forro e piso também interferem
Um erro comum é analisar somente a divisória.
O som pode encontrar outros caminhos de transmissão.
Forros contínuos, pisos elevados, shafts, dutos e diferentes interfaces da construção podem influenciar o comportamento acústico.
Por isso, uma avaliação técnica deve considerar todo o ambiente e não apenas a parede divisória.
Privacidade acústica também melhora a experiência do escritório
O objetivo não é necessariamente tornar uma sala completamente silenciosa.
Em muitos ambientes corporativos, a prioridade é reduzir interferências e permitir que conversas aconteçam com maior privacidade.
Isso pode beneficiar tanto quem está dentro da sala quanto quem trabalha nas proximidades.
Como escolher divisórias acústicas para escritório?
O primeiro passo é identificar a necessidade de cada espaço.
Perguntas importantes incluem:
Qual atividade será realizada?
Existe necessidade de confidencialidade?
Quantas pessoas utilizarão o ambiente?
Existem fontes externas de ruído?
O ambiente possui forro contínuo?
Qual sistema de portas será utilizado?
Existe necessidade de transparência?
O layout poderá mudar posteriormente?
A partir dessas respostas, torna-se possível selecionar uma solução mais adequada.
Não existe uma única solução acústica para todos os ambientes
Escritórios possuem diferentes níveis de exigência.
Aplicar o mesmo sistema de divisórias em todas as salas pode gerar investimento desnecessário em algumas áreas e desempenho insuficiente em outras.
Uma abordagem mais eficiente é classificar os espaços de acordo com sua utilização.
Por exemplo: área colaborativa, sala de reunião convencional, videoconferência, diretoria e ambiente confidencial.
Essa classificação orienta uma especificação mais racional.
Perguntas frequentes
Divisória de vidro pode ter isolamento acústico?
Sistemas de vidro podem contribuir para o isolamento acústico, desde que a composição completa seja corretamente especificada.
Qual a melhor divisória acústica para sala de reunião?
Depende do nível de privacidade desejado, das características do ambiente, do sistema de portas e das interfaces construtivas.
Vidro duplo melhora a acústica?
Diferentes composições podem apresentar comportamentos distintos, mas a escolha deve ser feita considerando o sistema completo, e não somente a quantidade de vidros.
Uma divisória acústica elimina completamente o som?
Não necessariamente. O objetivo e o desempenho dependem da especificação e das condições construtivas do ambiente.
Como melhorar a privacidade de uma sala de reunião?
É necessário avaliar divisórias, portas, vedações, teto, piso e demais possíveis caminhos de transmissão sonora.
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